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Redação

Polícia confirmou a prisão de uma pessoa na região de Seven Sisters Road

 

Um motorista dirigindo uma van atingiu pedestres na região de Finsburry Park, norte de Londres, deixando várias vítimas. Um homem morreu e outras dez pessoas ficaram feridas. Um suspeito, um homem de 48 anos, foi preso.

A polícia e os serviços de emergência médica foram chamados para a cena na avenida Seven Sisters Road às 0h20 de segunda-feira (horário local, fim da noite no Brasil). A polícia antiterrorismo se juntou à investigação.

A primeira-ministra Theresa May disse que a polícia trata o incidente como um "potencial ataque terrorista" e que fará uma reunião de emergência para tratar do caso. "Todos os meus pensamentos estão com as vítimas, suas famílias e os serviços de emergências na cena", afirmou.

O veículo teria partido em direção a um grupo de pessoas nas proximidades de uma mesquita. Nas redes sociais, os internautas publicaram vídeos da ação da polícia. As primeiras informações, ainda não confirmadas pelas autoridades, dão conta de que a maioria das vítimas eram muçulmanas, que estavam deixando o local após orações do Ramadã, mês sagrado para os muçulmanos. Neste período, os fiéis jejuam e fazem orações especiais para o período.

O prefeito de Londres, Sadiq Khan, chamou o ocorrido como "horroroso ataque terrorista" e confirmou a morte de uma pessoa. "Meus pensamentos e orações estão com todos afetados. Agradeço aos nossos serviços de emergências, que responderam rapidamente e estão trabalhando na cena durante a noite", declarou Khan.

"Nós ainda não temos todos os detalhes, mas isso foi claramente um ataque deliberado a londrinos inocentes, muitos deles que estavam terminando orações do mês sagrado do Ramadã", completou.

O secretário-geral do Conselho Muçulmano britânico, Harun Khan, disse estar "chocado e indignado ao saber que uma van intencionalmente partiu para cima de religiosos que deixavam as orações noturnas de ramadã".

Fonte: Band

Empresário concedeu entrevista à Época e diz duras críticas a Michel Temer

 

Responsável pelas delações que abalaram a república e por doações milionárias a políticos de muitos partidos e Estado, o dono da JBS, Joesley Batista, revelou, em entrevista à revista Época, que a empresa começou a pagar propina em Mato Grosso do Sul, no governo de Zeca do PT, que administrou o Estado entre os anos de 1999 a 2006.

“Quem inaugurou esse sistema (de propina) foi o governo do PT. A primeira vez que fui abordado com essa forma de operar foi em Mato Grosso do Sul, no governo do Zeca do PT. Vi uma estrutura organizada no andar de cima, com o governador”, disparou Joesley, que chegou ao Brasil vindo da China no último domingo (11).

exemplo do irmão, Wesley Batista, Joesley também afirmou que o esquema de pagamento de propina em troca de benefícios fiscais permaneceu no Estado nos governos de André Puccinelli (PMDB) e Reinaldo Azambuja (PSDB).

“Tudo com o mesmo modelo, o mesmo modus operandi. Mudam os nomes, mas o sistema permanece igual”, destacou.

Esta foi a primeira entrevista exclusiva do dono da JBS desde que fechou a delação com PGR (Procuradoria-Geral da República), a mais polêmica e embasada em três anos da Operação Lava Jato.

“Há uma coisa curiosa: 90% desse dinheiro de propina – que nós contamos na colaboração – voltava para a política, para financiar a permanência das mesmas pessoas no poder. Para manter a roda girando”, frisou o empresário.

Segundo Batista, eram durante as campanhas eleitorais que políticos aproveitavam para ‘pedir dinheiro’ a empresários. Para ele, o simples fato de ‘candidatar-se’ a um cargo importante habilitava ao postulante a função de solicitar recursos financeiros, muitas vezes não declarados.

Além dos políticos sul-mato-grossenses, nas mais de quatro horas de entrevista que concedeu à Época, Joesley citou em diversas ocasiões o próprio presidente Michel Temer (PMDB), a quem chamou de 'chefe de organização criminosa', o ex-presidente de Lula (PT), a quem acusa de ter ‘institucionalizado’ a corrupção no país, e Aécio Neves (PSDB) que teria entrado no ‘negócio de leilão de partidos’.

Joesley disse que conheceu Temer em 2010 e acusa o peemedebista de ser um homem ‘sem cerimonias’ para pedir dinheiro, e revela diversos encontros com o presidente. “Uma delas (reuniões) foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos”, contou o dono da maior processadora de proteína animal do mundo.

O ex-presidente da Câmara e deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é outro citado pelo empresário. Hoje preso em Curitiba (PR), o peemebista teria pedido R$ 5 milhões a Joesley para não abrir uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a relação da JBS com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

De volta ao país após deixar o Brasil sob alegação de que sua família teria recebido ameaças, Joesley Batista se disse arrependido dos crimes que cometeu e negou que tenha lucrado com a delação.

O deputado federal e ex-governador Zeca do PT não foi encontrado pela reportagem na tarde deste sábado (17) para comentar o conteúdo dessa nova entrevista de um dos donos do grupo JBS.

Delação
Ao homologar o conteúdo da delação, o ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), tornou público as declarações dos irmãos Batista e demais executivos da holding J & F. Existe um capítulo específico sobre Mato Grosso do Sul, no qual Zeca, Puccinelli e Reinaldo são acusados de cobrarem propina da empresa para concederem benefícios fiscais.

Sobre Zeca, a delação de Wesley confirma versão do irmão, mas pontua que não tem documentos sobre a propina. Já nos governos de Puccinelli e Reinaldo os Batista entregaram uma série de notas fiscais que seriam frias usadas pelos ex-governadores para justificarem o pagamento de propina. Os três ex-governadores negam que tenham cobrado propina do grupo JBS.

Fonte: Midiamax

Fiscalização identificou 6 pessoas em situação análoga à escravidão

 

Abordagem a caminhão baú com placas de Caico (RN) resultou na identificação de trabalhadores sendo conduzidos de forma irregular e com suspeita de trabalho análogo à escravidão. A fiscalização foi feita por policiais rodoviários federais na BR-262, perto de Terenos, no km 384.

O veículo Mercedes Benz 710 era conduzido por motorista de 46 anos e ele transportava seis pessoas que trabalhariam como vendedores. O caso foi descoberto na noite de sábado (17). Eles ficariam em posto de combustível em Terenos, onde pernoitariam.

Todos estavam dentro do compartimento de carga do caminhão e as portas traseiras estavam trancadas com cadeados. A PRF informou que a situação impossibilitava que eles saíssem do veículo.

"Diante das condições inadequadas de transporte, o Ministério Público do Trabalho (MPT) foi acionado para acompanhamento da ocorrência e providências pertinentes a apuração das responsabilidades administrativas e criminais", informou nota da Polícia Rodoviária Federal.

Um procurador do Ministério Público do Trabalho foi até o local onde ocorreu a fiscalização e colheu o depoimento do motorista e dos passageiros. As seis pessoas foram liberadas, bem como o motorista. Não foi divulgado para onde os vendedores deslocaram-se.

O MPT vai instaurar procedimento para investigar o caso e verificar possíveis acusados, para depois denunicar à Justiça do Trabalho.

Fonte: Correio do Estado

Um gol marcado pelo peruano Trauco aos 49 minutos do segundo tempo evitou que o Flamengo fosse derrotado no clássico deste domingo diante do Fluminense, no Maracanã, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. O Flu estava vencendo até os acréscimos, mas sofreu o gol que decretou a igualdade no placar, encerrando a partida em 2 a 2. Wendel e Henrique Dourado marcaram para o Tricolor das Laranjeiras, enquanto Diego anotou o outro tento do Flamengo.

 

A nota pitoresca da partida foi que o árbitro do jogo, Vinícius Gonçalves Dias de Araújo, sentiu uma lesão na coxa durante o segundo tempo e trocou de função com Flávio Rodrigues de Souza, assistente adicional 1, que estava atuando atrás do gol.

 

Com o empate, as duas equipes chegaram aos 11 pontos, mas o Fluminense ocupa a 10ª posição, enquanto o Rubro-negro está na 11ª. O resultado espelhou o que aconteceu na partida. O Flamengo foi mais agressivo, enquanto o Tricolor mostrou mais objetividade para aproveitar as poucas oportunidades que apareceram durante o jogo.

 

Na próxima rodada, o Fluminense vai enfrentar o Avaí, na Ressacada. Já o Flamengo vai receber a Chapecoense, na Ilha do Urubu.

Fonte: Gazeta Esportiva

Valorizar a importância de datas históricas do surgimento de um Município, foi com este objetivo que a Direção da Escola Municipal Eduardo Pereira Calado, Centro de Educação Infantil (CEI) e a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Novo Horizonte do Sul (APAE), organizaram um desfile na ultima sexta-feira (16), em comemoração ao 32º Aniversário de Assentamento de Novo Horizonte do Sul.

Os alunos da Escola Municipal Eduardo Pereira Calado, do CEI e da APAE participaram do desfile que percorreram ruas e avenidas da Cidade, também acompanhou o trajeto, professores, pioneiros, policia Militar e o corpo de Bombeiros de Ivinhema.

 

 

COMO TUDO COMEÇOU

CONHECENDO UM POUCO DA HISTÓRIA:

O retorno dos brasiguaios ao Brasil. Com a conclusão da obra de Itaipu, muitos filhos de colonos brasileiros tinham sido peões na obra da hidrelétrica, essas pessoas viraram boias-frias nas lavouras de algodão de alguns proprietários brasileiros, que vieram na primeira “leva” de brasileiros, e que conseguiram se estabelecer e tornaram-se grandes proprietários de terras ou granjeiros, como também são chamados. Alguns desses peões acabam retornando ao Brasil, e outros acabam emigrando para outras regiões como: La Paloma e Guaíra.

Acostumados a uma vida cheia de dificuldades, muitos pequenos agricultores brasileiros desistiram de viver em um país onde não possuíam seus direitos mínimos assegurados. No Paraguai, os brasileiros que não possuem documentos não tinham direito a assistência médica nem escolar e os problemas com o trabalho na terra gerava muitas vezes fome entre esta população. O sentimento que fez os brasiguaios a retornar foi: “O mesmo sonho que vem levando há décadas milhares de brasileiros a colonizarem o Paraguai os está trazendo de volta: a chance de conseguir um pedaço de terra para alimentar a sua família”.

Com todas as dificuldades enfrentadas, juntamente com a esperança de se conseguir terras no Brasil, além de fatores econômicos, jurídicos, políticos e culturais, como a expansão do agronegócio e modernização da agricultura, irregularidades na documentação das terras, violência, discriminação, corrupção, falta de assistência e seguridade sociais, escola, se traduz em dificuldades de permanência dos brasiguaios em terras paraguaias. Essas dificuldades motivaram a saída dessas famílias, surgindo o movimento dos brasiguaios em meados da década de 1980, e por se tratar da volta dessas pessoas então foi o processo chamado de “Retorno dos Brasiguaios”. O retorno dos chamados brasiguaios representou um momento de luta pelo acesso a terra. O modo de reivindicar um pedaço de terra foi na forma direta de ocupar o latifúndio e resistir aos aparelhos de repressão. Essa tática de pressionar o Estado para a distribuição de terras foi usada em 29 de abril de 1984, quando um pequeno grupo de 60 famílias de camponeses proveniente do Paraguai; e aproximadamente mil sem-terra e ex-arrendatários da região de Mundo Novo-Mato Grosso do Sul, se organizaram para a ocupação da fazenda Santo Ângelo (que pertencia ao grupo SOMECO), nas margens do rio Guiraí, no município de Ivinhema – Mato Grosso do Sul. Dezessete dias depois essas pessoas são despejadas.

Porém o grande retorno deu-se em maio de 1985, um grupo de imigrantes brasileiros residentes em território paraguaio acompanhou a Executiva Nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) nas audiências com o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) e no Ministério da Reforma e Desenvolvimento Agrário (MIRAD). Na ocasião, o então Ministro do MIRAD, Nelson Ribeiro, teria afirmado aos Brasiguaios que o governo não poderia fazer nada por eles enquanto estivessem residindo em território paraguaio. Em um segundo momento, mais no mesmo ano da primeira tentativa de invasão, em 14 de junho de 1985, com a divulgação, no Brasil, do Plano Nacional de Reforma Agrária, mais de mil famílias brasileiras retornaram do Paraguai. Eles se identificavam como brasiguaios e organizaram um grande acampamento na praça principal da cidade de Mundo Novo/Mato Grosso do Sul, reivindicando terras. Entretanto, essa grande mobilização de famílias brasiguaias acampadas em Mundo Novo resultou no seu despejo. A partir da mobilização organizada de luta dessas famílias brasiguaias e de sem terras, o governo desapropriou 18.468 há, na cidade de Ivinhema/MS, onde criou o projeto de assentamento Gleba Novo Horizonte, hoje, Município de Novo Horizonte do Sul.

TERMO “BRASIGUAIOS”

Também foi em Mundo Novo que o termo “brasiguaio” apareceu pela primeira vez. O significado da palavra, nesse momento, estava ligado à falta de direitos dos sem-terra brasileiros que estavam abandonando o Paraguai por não possuírem direitos naquele país, mas que ao chegar ao Brasil sua cidadania também lhe era negada pelo Estado, cuja justificativa era a de não residirem no país. No Paraguai não eram paraguaios e, no Brasil, também não eram brasileiros. Desse dilema, surge o termo “brasiguaios”.

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