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Politica (104)

Governador ainda reclamou da edição da Globo na denúncia.

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) divulgou uma nota acusando os empresários que denunciaram um suposto esquema de pagamento de propina em troca de benefícios em seu governo de ‘picaretas’ e ‘fraudadores’.

Azambuja afirma que os empresários que apareceram no Fantástico com denúncias de só conseguiam licenças para atuar pagando propina a agentes do governo tucano, emitiram mais de R$ 200 milhões em notas frias de empresas fantasmas.

"Aqueles não são empresários, mas um bando de picaretas fraudadores do fisco", defendeu-se o Chefe do Executivo Estadual.

Segundo o governador, o Estado move uma ação contra os empresários, com documentos no qual os empresários são acusados de fraudar o Fisco, e já teriam sido autuados em novembro do ano passado.

O processo, afirma Azambuja, tem mais de mil páginas e já foi encaminhado ao MPE (Ministério Público Estadual) e MPF (Ministério Público Federal). Ele ainda acusa um dos empresários denunciantes, José Alberto Berger, dono de um curtume, de abater gado e emitir notas frias de couro para receber isenção de imposto.

"Isso está identificado e documentado. É um processo judicial. Já temos dados das Secretarias do Governo do Estado de São Paulo, Rio Grande do Norte e Mato Grosso que mostram que os endereços das empresas são na verdade terrenos baldios, ou seja, empresas fantasmas que nunca existiram. Por isso estão tentando usar artifícios, usando uma pessoa que não tem nada a ver com o governo e muito menos com o governador. Não dei procuração para ninguém falar em meu nome”, rebateu o tucano.

Tendenciosa

A nota divulgada pela assessoria do governador também classifica de tendenciosa a matéria veiculado no Fantástico, e destaca que Reinaldo já apresentou suas explicações e defesa ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas, rebatendo as acusações de Wesley Batista, dono da JBS, que delatou que o tucano, Zeca do PT e André Puccinelli (PMDB), foram beneficiários de um esquema de pagamento de propina em troca de benefícios fiscais.

"Gravei uma entrevista de 11 minutos com o repórter do Fantástico, mas ele não colocou nem um minuto no ar. Não foi veiculado na íntegra tudo o que respondemos das denúncias infundadas feitas por esses senhores. O que cabe a nós agora é continuar trabalhando pelo Estado, fazendo entregas para melhorar a vida da nossa população e deixar os advogados mostrarem a comprovação documental que nós estamos mexendo com picaretas. Temos documentação e vamos provar", finalizou o governador.

Fonte: Nova Noticias

Pesquisa do Ipems aponta a rejeição de 83,05% dos eleitores de Campo Grande ao governo

A aprovação do governo de Michel Temer, em Campo Grande, despencou ainda mais depois da divulgação de conversa gravada pelo dono da JBS, Joesley Batista, dando aval para compra do silêncio do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (PMDB-RJ), preso por determinação do juiz Sérgio Moro, em Curitiba. Mesmo o diálogo sendo considerado inconclusivo, o estrago foi feito e derrubou a população de Temer. É o que mostra a pesquisa do Ipems. Hoje, 83,05% da população da Capital de Mato Grosso do Sul rejeitam a administração de Temer por considerá-la ruim/péssima.

A situação piorou com a abertura de inquérito para investigar o presidente por corrupção passiva e obstrução da Justiça. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, considerou criminoso o suposto envolvimento de Temer na compra do silêncio de Cunha.

Temer já não tinha apoio da maioria da população de Campo Grande desde dezembro do ano passado. Mas o impressionante é a queda abrupta da aprovação do governo nos últimos 15 dias depois da explosão da divulgação da delação premiada dos donos da JBS, irmãos Joesley e Wesley Batista, além do ex-executivo Ricardo Saud. No período de 10 a 13 deste mês, a reprovação de Temer estava em 64,94%. Esse índice subiu para 83,05 até os dias 24 e 26, quando o Ipems realizou a pesquisa em Campo Grande.

Fonte: Correio do Estado

Papel estava no apartamento que tucano mantém no Rio de Janeiro

A Polícia Federal registrou ter encontrado um documento no apartamento de Aécio Neves (PSDB-MG) com a inscrição "cx 2". A lista completa de materiais apreendidos inclui telefones celulares, obras de arte, documentos e anotações sobre a Construtora Norberto Odebrecht e Joesley Batista, dono da JBS.

O papel faz parte de uma série de objetos que estava no apartamento que o senador afastado mantém na Avenida Vieira Souto, no Rio de Janeiro, e que foi alvo da operação Patmos, realizada no último dia 18. Nesse dia também foram levados do imóvel 15 quadros e uma escultura, classificados como "obras de arte" pelos agentes da PF.

A operação também vasculhou um imóvel em Belo Horizonte. Já no gabinete do tucano no Senado, foram apreendidas "planilhas com indicações para cargos federais" e cópias de uma agenda de 2016 com os nome do empresário Joesley Batista e da irmã de Aécio, Andrea Neves, presa durante a operação. E também "folha manuscrita contendo dados do CNO (Construtora Norberto Odebrecht)"

De acordo com o relatório dos investigadores enviado ao supremo Tribunal Federal, tratam-se de “diversos documentos acondicionados em saco plástico transparente, como um papel azul com senhas, vários comprovantes de depósitos e anotações manuscritas, dentre elas a inscrição “cx 2”.

A defesa do senador afastado ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Em vídeo divulgado nessa terça-feira, o tucano disse que era vítima de armação e que nunca fez dinheiro com a política.

Fonte: Band

Governador visitou Assembleia, OAB, TCE, TJ e outras instituições

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) desafiou os donos da JBS, irmãos Joesley e Wesley Batista, a provar onde está o seu crime de receber doação da empresa declarada na prestação de contas apresentada à Justiça Eleitoral.

Em mais uma visita a órgãos de controle, Azambuja refez a sua fala contra a acusação dos delatores para os sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE). O tucano assegura que não há provas que manchem sua carreia política. Ele também foi ao Ministério Público Estadual, em sua última visita, para apresentar documentação.

"O Ministério Público confia no governo”, declarou o procurador-geral de Justiça, Paulo Passos, , após reunião do colégio de procuradores com o governador.

O tucano deve entregar ao advogado Gustavo Passarelli as notas fiscais eletrônicas e as GTA’s (Guias de Trânsito Animal) do gado de sua propriedade que foram vendidos para abate na JBS. Os documentos são provas documentais que asseguram a legalidade de Azambuja.

OUTRAS CITAÇÕES

O secretário estadual de Segurança Pública, José Carlos Barbosa, o Barbosinha, também reagiu com indignação à citação de seu nome na lista da JBS. Ele disse não ter recebido dinheiro diretamente da empresa para sua campanha eleitoral de deputado estadual. Barbosa está avaliando ingressar com ação de indenização contra JBS.

O ex-senador Antonio João Hugo Rodrigues chamou os donos da JBS de “marginais” e informou ter recebido pouco mais de R$ 20 mil do dinheiro da campanha de governador de Reinaldo Azambuja (PSDB) repassado pela empresa para o Diretório Nacional do PSDB. “Continuo dormindo com a minha consciência tranquila”, concluiu.

Fonte: Correio do Estado

Os vereadores Ivo Ferreira dos Santos, Ana Aparecida Barbosa, Alex Rodinha e José Bonin, conquistaram através do Governador Reinaldo Azambuja e Secretário de Justiça e Segurança Pública, Barbosinha, duas viaturas 0 km para o município de Angélica e Distrito de Ipezal.

 

Segundo informações ao Site Plantão Angélica, a previsão de entrega dos veículos é para os dias 05 ou 06 de Junho, portanto atenderá em breve o município, tornando assim mais eficaz a segurança do mesmo, uma vez que com novas viaturas o trabalho policial é facilitado, podendo assim atender maiores demandas e manter ainda mais seguro o município e o Distrito. 


Na ocasião, os vereadores agradeceram ainda a contribuição do Secretário e do Governador, que muito se empenharam para que fosse possível a liberação de recursos e, assim, a aquisição de tais veículos. 
 
PLANTÃO ANGÉLICA

O presidente Michel Temer decidiu nomear Leandra Barbosa dos Santos Brito, pivô de polêmica surgida há duas semanas ao ser apontada como babá do filho do presidente, Michelzinho, para um novo cargo no Palácio do Planalto.

A servidora, que trabalhava com a família de Temer desde os tempos de vice-presidência e conta com a "afeição" de Michelzinho, segundo as palavras do próprio presidente, agora exercerá o cargo de assessora técnica no Gabinete Pessoal do presidente da República. A nomeação de Leandra para a nova função foi publicada na edição desta quinta-feira (25) do Diário Oficial da União.

O governo, no entanto, até o momento não exonerou a servidora de sua atual função no Planalto. Ela é empregada como assessora do Gabinete de Informação em Apoio à Decisão.

Temer já havia explicado, em entrevista concedida a rádios regionais no último dia 15, que Leandra Brito foi contratada quando ele ainda era o vice-presidente e que sua situação contratual estava sendo adequada agora que seus serviços são prestados no Palácio do Planalto.

"Existe uma senhora que cuida da casa, etc., e foi contratada pelo Palácio. Contratada pelo Palácio, como é a estrutura do Palácio da Alvorada, do Palácio do Jaburu e são formatados, são formalizados pelo Palácio", tentou explicar o presidente, sem muita clareza.

"Você sabe que eu saí de vice, portanto, de uma estrutura de vice para a estrutura da Presidência. E aqui está havendo adequações. Então, estão vendo, por exemplo, o fato dela ser contratada por um órgão, um organismo interno, se pode ou não prestar serviços lá. Se não puder prestar serviços, evidentemente, que haverá uma reformulação. Mas não é babá do meu filho coisa nenhuma", reforçou o presidente.

"Ele ficaria ofendido"

Ao explicar a situação da funcionária, Temer também demonstrou irritação com as notícias de que Leandra Brito fosse a babá de seu filho. A informação foi inicialmente publicada pelo jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

"Eu considero até ofensiva ao meu filho porque ele tem oito anos e não precisa de babá, não. Ele precisou de babá até três, quatro anos de idade. Não existe babá coisa nenhuma", esbravejou o presidente. "Não vou deixar ele ficar sabendo disso porque ele vai ficar ofendido."

Leandra, segundo o colunista do jornal O Globo, acompanha o presidente e sua família até mesmo em viagens a lazer, como em datas festivas, e é apontada como alguém a quem Michelzinho, filho de Temer com sua esposa, Marcela, é "afeiçoado".

ig

O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) esteve na tarde desta quarta-feira, 24, na sede do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul, no Parque dos Poderes, em Campo Grande, cumprindo uma série de visitas aos órgãos públicos, iniciada depois da delação premiada dos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da JBS.

Azambuja chegou ao TCE por volta de 16h, acompanhado do secretário de Governo, Eduardo Riedel, e se reuniu durante uma hora e meia com o presidente do TCE, Waldir Neves, e demais conselheiros da corte fiscal. O governador apresentou documentos, planilhas e contratos em sua defesa.

Segundo Waldir Neves, os documentos apresentados pelo governador atestam a correção dos seus atos, e não cabe ao Tribunal de Contas discutir a questão.

“O TCE trata da aplicação de recursos públicos, e dentro dessa esfera tudo tem transcorrido na perfeita normalidade. Então, este é um problema para a polícia investigar, porque o Estado não pode parar”, comentou.

Questionado sobre a abertura de um eventual procedimento administrativo contra o governador no TCE, Waldir Neves disse que já está marcada para o dia 31, quarta-feira da próxima semana, a audiência especial para a apresentação das contas do governo do Estado.

“A relatora é a Conselheira Marisa Serrano, e havendo necessidade ela própria irá tomar as medidas cabíveis”, declarou o presidente do Tribunal de Contas.

Desde terça-feira (23), Reinaldo reuniu-se com os deputados estaduais, foi ao TJ (Tribunal de Justiça), conversou com representantes do setor produtivo na Fiems (Federação da Indústria de MS), além de manter agendas públicas de governo.

Tem reiterado, entre outras coisas, que recebeu doações de campanha declaradas à Justiça eleitoral e que sua relação com a JBS sempre foi institucional. Reinaldo disse, em entrevistsa na terça, que "vai até o fim" para provar sua inocência e desmentir as delações dos irmãos Batista.

Fonte: Campo Grande News

Deputados pediram comissão especial na Assembleia

A bancada petista na Assembleia Legislativa, formada pelos deputados Pedro Kemp, Amarildo Cruz, João Grandão e Cabo Almi, protocolaram nesta terça-feira (23) um requerimento pedindo a criação de uma comissão especial para investigar o suposto recebimento de R$ 45 milhões de propinas, do grupo JBS, pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

O requerimento se baseia na delação do empresários empresários Wesley e Joesley Batista, e do ex-diretor da J&F, Ricardo Saud, que, apontam os petistas, atribuíram a Reinaldo, ‘a concessão de benefícios fiscais em troca de recebimento de propina, na quantia de R$ 45.631.696,03 (quarenta e cinco milhões, seiscentos e trinta e um mil e seiscentos e noventa e seis reais e três centavos), que caracteriza conduta atentatória a probidade da administração’.

Na alegação, a bancada petista alega que renúncia fiscal provoca queda na arrecadação, ‘deixando a população sem recursos para ser aplicados em serviços públicos prejudicando políticas públicas essenciais de atendimento a sociedade como saúde, segurança, educação e assistência social’ (sic).

Eles atribuem ao tucano o crime de responsabilidade, que no caso prevê a instalação de uma comissão especial para apurar as denúncias contra o governador.

No documento protocolado hoje, os petistas não fazem menção ao trecho da denúncia de Wesley que também implica o ex-governador Zeca do PT, que segundo o empresário, foi o responsável por iniciar o esquema de corrupção no governo estadual.

O requerimento ainda não foi apreciado no plenário da Casa, já que uma reunião entre os deputados e o próprio Reinaldo atrasou o início dos trabalhos na sessão desta terça-feira.

Fonte: Midiamax

Deputados pediram comissão especial na Assembleia

A bancada petista na Assembleia Legislativa, formada pelos deputados Pedro Kemp, Amarildo Cruz, João Grandão e Cabo Almi, protocolaram nesta terça-feira (23) um requerimento pedindo a criação de uma comissão especial para investigar o suposto recebimento de R$ 45 milhões de propinas, do grupo JBS, pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB).

O requerimento se baseia na delação do empresários empresários Wesley e Joesley Batista, e do ex-diretor da J&F, Ricardo Saud, que, apontam os petistas, atribuíram a Reinaldo, ‘a concessão de benefícios fiscais em troca de recebimento de propina, na quantia de R$ 45.631.696,03 (quarenta e cinco milhões, seiscentos e trinta e um mil e seiscentos e noventa e seis reais e três centavos), que caracteriza conduta atentatória a probidade da administração’.

Na alegação, a bancada petista alega que renúncia fiscal provoca queda na arrecadação, ‘deixando a população sem recursos para ser aplicados em serviços públicos prejudicando políticas públicas essenciais de atendimento a sociedade como saúde, segurança, educação e assistência social’ (sic).

Eles atribuem ao tucano o crime de responsabilidade, que no caso prevê a instalação de uma comissão especial para apurar as denúncias contra o governador.

No documento protocolado hoje, os petistas não fazem menção ao trecho da denúncia de Wesley que também implica o ex-governador Zeca do PT, que segundo o empresário, foi o responsável por iniciar o esquema de corrupção no governo estadual.

O requerimento ainda não foi apreciado no plenário da Casa, já que uma reunião entre os deputados e o próprio Reinaldo atrasou o início dos trabalhos na sessão desta terça-feira.

Fonte: Midiamax

Ele diz que dobrou o recolhimento de impostos da empresa

Por duas vezes, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) chorou nesta tarde, na entrevista coletiva em que negou todas as afirmações feitas pelos donos da JBS na delação premiada que provocou terremoto político no País, na semana passada, atingindo mais de 1,8 mil políticos, entre eles o presidente da República, Michel Temer (PMDB). Mato Grosso do Sul teve um capítulo específico em que os irmãos Joesley e Wesley Batista e ainda o diretor Valdir Boni afirmam que um esquema baseado em emissão de notas frias sustentou pagamento de propina de R$ 150 milhões a três governadores de Mato Grosso do Sul, Zeca do PT, André Puccinelli (PMDB) e Reinaldo Azambuja.

Na tarde desta terça-feira, o tucano disse novamente que é tudo mentira e atribuiu a uma retaliação da JBS, que, segundo ele, estaria incomodada com o aumento da carga tributária no governo atual. Reinaldo citou que, de R$ 40 milhões em 2014, o montante recolhido pela JBS teria aumentado para mais de R$ 140 milhões este ano. Ele falou dos números apenas de 2014, e de 2016, quando a empresa, segundo disse, recolheu R$ 73 milhões em impostos. Neste ano, prosseguiu, o volume teria mais que dobrado, ou seja,passado dos R$ 140 milhões.

De acordo com o governador, 31 unidades do grupo JBS tem incentivos fiscais no Estado, ou seja, redução da carga tributária, concedida como forma de garantir empregos e investimentos. “Nós mudamos a política de incentivos fiscais de Mato Grosso do Sul e a JBS dobrou os valores que recolheu ao Estado em 2017”, afirmou o governador, ao sustentar a ideia de uma retaliação com a delação premiada.

Aos procuradores do MPF (Ministério Público Federal), a JBS afirmou que o incentivo fiscal, nos três últimos governos, só era concedido no Estado mediante pagamento de propina. Para disfarçar o pagamento de valores irregulares, a empresa diz que eram emitidas notas frias, por pecuaristas e empresas, indicadas pelos governadores.

No caso de Reinaldo, o montante informado pela empresa passa dos R$ 38 milhões, com notas frias até do secretário de Fazenda, Márcio Monteiro, que é deputado federal licenciado e presidente do PSDB no Estado, e nega qualquer irregularidade.

Choro

Reinaldo falou nesta tarde sobre o assunto pela terceira vez. Havia se pronunciado por meio de nota, na sexta-feira, negando repasse irregular e dizendo que, na campanha, recebeu R$ 10,5 milhões oficialmente. No sábado, em Dourados, o governador classificou a delação da JBS como uma “piada”.

Nesta terça, acompanhado de todo o secretariado, da vice-governadora Rose Modesto, e da esposa, Fátima Azambuja, ele voltou a falar e demonstrou emoção, o que chamou atenção por fugir do perfil do político, sempre comedido. Ele chorou, primeiro, quando falou que tem 20 anos de vida pública, iniciada em 1997.
A segunda vez, quando ele chegou a embargar a voz e fazer silêncio, foi quando comentou que tudo que tem de bens pessoais vem da família, começando pelo bisavô. Nesse momento, alguém do staff do governador chegou a oferecer um lenço, recusado pelo governador. O apoio também veio da esposa, que segurou a mão de Azambuja.

Produtor rural, ex-prefeito de Maracaju, ex-deputado estadual e ex-deputado federal, Azambuja venceu Delcídio do Amaral nas eleições de 2014. Tem um dos maiores patrimônios entre os governadores, estimado em R$ 38 milhões segundo a declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral.

Fonte: Midiamax

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