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Geral (93)

Marcelo Miller deixou o Ministério Público Federal em março

O ex-procurador da República Marcelo Miller, um dos principais braços-direitos de Rodrigo Janot no Grupo de Trabalho da Lava Jato, atua no escritório que negocia com a Procuradoria Geral da República os termos da leniência do grupo JBS, que fechou acordo de delação premiada na operação. A informação foi divulgada com exclusividade na reportagem de Vera Magalhães, no Estadão.

Miller deixou o Ministério Público Federal para migrar para a área privada em março deste ano. A decisão, que pegou a todos de surpresa, veio a público em 6 de março, véspera da conversa entre Joesley Batista e Michel Temer, gravada pelo empresário, no Palácio do Jaburu, que deu origem à delação.

Marcelo Miller esteve a frente da delação do senador cassado Delcídio do Amaral (ex-PT), homolada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início do ano passado. Á época, o ex-líder do Governo no Senado detalhou esquema de loteamento político e corrupção na Petrobras, onde foi diretor. Miller era um dos mais duros procuradores do Grupo de Trabalho do Janot, um núcleo de procuradores especialistas em direito penal recrutado pelo procurador-geral em 2013 para atuar na Lava Jato. Ex-diplomata do Itamaraty e considerado um dos mais especializados membros do MPF em direito internacional e penal, Miller esteve à frente de delações como a do ex-diretor da Transpetro Sergio Machado e do ex-senador Delcidio do Amaral.

Nos dois episódios foi usado o expediente que deflagrou a delação de Joesley: gravação feita sem o conhecimento de quem estava sendo gravado. No caso Delcídio, quem gravou foi Bernardo Cerveró, o filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Sergio Machado gravou vários expoentes do PMDB e ofereceu as fitas à PGR, o mesmo que fez com que Joesley começasse a negociar a colaboração.

Miller, ainda segundo o jornal, passou a atuar no escritório Trench, Rossi & Watanabe Advogados, do Rio de Janeiro, contratado pela JBS para negociar a leniência.

O acordo é considerado inédito, pois foi utilizado pela primeira vez o instituto da ação controlada na Lava Jato. Assim, os delatores não precisarão ficar presos, não usarão tornozeleira eletrônica, poderão continuar atuando nas empresas e teriam, inclusive, anistia nas demais investigações às quais respondem

A Procuradoria Geral da República, procurada pelo Estadao, afirmou que Miller não participou da negociacão da delação, e que existe inclusive uma cláusula de que ele não pode atuar pelo escritório nos acordos.

Fonte: Correio do Estado

Presidente e senador são alvos de denúncias de gravações da JBS

A conta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Twitter publicou duas fotos do juiz Sérgio Moro, responsável pelo julgamento de ações contra o petista na Operação Lava Jato, com o presidente Michel Temer (PMDB) e com o senador Aécio Neves (PSDB-MG).

Em uma das imagens, Moro é visto cumprimentando Temer em solenidade em Brasília. Na outra, Moro conversa com o senador durante premiação na capital paulista.

Apenas as imagens foram postadas na rede social, sem nenhuma mensagem escrita.

Fonte: Band

Após sofrer sangramentos nasais constantes por dez dias, uma mulher descobriu uma sanguessuga vivendo dentro de seu nariz. Identificada apenas como Fang, a chinesa de 49 anos buscou um especialista em otorrinolaringologia na última terça-feira (9) e recebeu o inusitado diagnóstico. 

Nativa da cidade de Zhongshan, da província de Guangdong, no sul da China, Fang foi examinada no hospital de Shenwan. Os médicos ficaram atordoados ao encontrar a sanguessuga dentro de seu nariz.

A princípio, os médicos não tinham certeza sobre qual criatura era aquela, mas suspeitavam do sugador de sangue. As suspeitas foram confirmadas quando eles retiraram o animal de 7,6 centímetros ainda vivo da narina da paciente.

Completamente desenvolvido, acredita-se que o animal gosmento ficou alojado confortavelmente na parte nasal da faringe da mulher por meses. Eventualmente, o anelídeo passou a provocar sangramentos nasais conforme seu apetite aumentava.

Fang contou aos médicos que tem o costume de enxaguar a boca e lavar o rosto usando água de nascentes naturais, de rios e córregos que passam perto de sua casa. Os especialistas acreditam que foi assim que o animal, ainda pequeno, entrou em sua cavidade nasal e ficou lá por meses a fio sem ser descoberto, se alimentando e crescendo.

A mulher não deve sofrer nenhuma consequência a longo prazo agora que o bicho foi retirado de seu nariz. Entretanto, ela foi aconselhada a, a partir de agora, só usar água encanada ou fervida para escovar os dentes e lavar o rosto.

IG

O amor de um cachorrinho pelo seu dono está sensibilizando internautas. O pequeno Tony viu o dono, Jesus Hueche, cair de uma árvore e ficar inconsciente. Para protegê-lo, o animal se recusou a abandoná-lo, mesmo quando equipes de emergência socorreram o argentino morador de Bahía Blanca, onde o acidente aconteceu.

Em fotos compartilhadas em uma rede social, a Defesa Civil de Bahia Blanca compartilhou diversas fotos do animal "abraçado" ao seu dono inconsciente.

Hueche estava em um árvore na frente de sua casa, quando sofreu a queda. Ele bateu com a cabeça no pavimento e desmaiou. Ele logo foi amparado pelo cachorro. Vizinhos, então, chamaram as equipes de socorro.
Mesmo quando o homem foi colocado em uma ambulância, o cãozinho fez questão de segui-lo e ficar ao seu lado. Por sorte, Hueche acordou horas depois e pôde deixar o hospital para onde foi levado ao lado de seu fiel escudeiro.

"Ele (Tony) vai para onde eu vou. Ele fica ao meu lado na cama até que minha mulher o expulse. Um dia eu o vi na rua e o adotei. Para mim, ele é como um filho", disse o argentino à rádio local "La Brujula 24".

 

Fonte: Extra

Muitos homens costumam planejar algo especial para fazer o pedido de casamento, mas poucos conseguem ser tão criativos como o australiano Terry. Ele conseguiu fazer com que a namorada dele usasse o anel de noivado por um ano sem ela perceber. Está achando confuso? Então confira os detalhes dessa história de amor.

O homem apaixonado resolveu fazer algo diferente e totalmente criativo, para isso pensou em todos os detalhes antes de entregar o anel de noivado. “Eu sempre amei a ideia de dar a alguém um presente que a pessoa não saiba o verdadeiro valor. Também queria começar a fazer esculturas em madeira”, conta Terry ao portal britânico “Metro”.

Foi juntando esses dois desejos que o australiano conseguiu preparar algo especial para a namorada Anna. Ele criou um colar de madeira e presenteou a parceira no aniversário de um ano de namoro, só que tinha um detalhe: dentro do colar estava escondido o anel de noivado.  

Momentos de tensão

Anna simplesmente amou o presente que foi feito exclusivamente para ela e não tirou mais o colar do pescoço. O melhor é que ela não desconfiou de nada, mesmo nos momentos que o rapaz passou certo sufoco. 

“Houve algumas ocasiões em que eu estava realmente preocupado”, diz Terry. "Teve momentos que pensei que ela iria trocá-lo por um dos acessórios feito pelo ferreiro de um mercado – o ferreiro amava o colar, e ela amava o trabalho dele –, mas felizmente eu não precisei contar a verdade antes da hora”, completa.

Algumas vezes, o australiano ficou com medo de Anna descobrir tudo

Algumas vezes, o australiano ficou com medo de Anna descobrir tudo

O momento de maior pânico para Terry foi quando o casal viajou pela primeira vez e eles precisaram passar pela segurança do aeroporto. “Não tinha pensado sobre o fato de que ela poderia passar com o colar através do raio-X”, lembra.  Por sorte, o anel ficou dentro do colar e passou despercebido nessa ocasião e durante um ano inteiro – até o dia do pedido.

O casal viajou para Smoo Cave, na Escócia, um lugar que sempre esteve na lista de lugares que Terry gostaria de conhecer. No destino, foram a uma caverna e lá o australiano pediu para Anne emprestar o colar para tirar algumas fotos do acessório ao lado das pedras. Foi então que ele quebrou o selo com uma faca, preparou a câmera e chamou a amada.

Nesse momento, Terry ajoelhou-se, tirou o colar do bolso e o partiu, revelando o anel que havia dentro. “Ela ficou ali atordoada por um segundo, tentando descobrir o que estava acontecendo e então ela se levantou e disse 'sim'”, expõe.

O anel estava escondido dentro de um colar feito por Terry

Assim que se acalmou, ela virou para o rapaz e disse: “Espera... isso estava aqui o tempo todo? Eu poderia ter perdido, seu tonto!”. Anna estava animada, feliz e um pouco zangada com a ideia de ter andado esse tempo todo com algo de tanto valor no pescoço sem saber.

Terry fez um vídeo da proposta que agora está viralizando na internet. A maioria dos internautas está comentando que o pedido de noivado foi uma surpresa verdadeiramente brilhante. Há também muitas pessoas querendo saber como o rapaz conseguiu guardar o segredo do anel de noivado por tanto tempo.

IG

Após dizer ao juiz federal Sergio Moro que o tríplex 164-A do edifício Solaris, no Guarujá (SP), era do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente da OAS José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, anexou ontem (15) ao processo que apura o pagamento de propina de 3,7 milhões de reais ao petista documentos que confirmariam o conteúdo de seu depoimento. Assim como Lula, Pinheiro também é réu nesta ação penal.

“O apartamento era do presidente Lula desde o dia que me passaram para estudar os empreendimentos da Bancoop [cooperativa habitacional dos bancários]. Já foi me dito que era do presidente Lula e de sua família. Que eu não comercializasse”, afirmou o empreiteiro na oitiva, quando perguntado pelo advogado Cristiano Zanin Martins, que defende o petista, se ele “entendia” que a OAS havia repassado a propriedade ao ex-presidente.

Para comprovar suas declarações, a defesa do empresário incluiu nos autos e-mails, documentos internos e análises sobre custos de obras da OAS, além de 41 páginas de uma agenda pessoal com indicações de encontros dele com Lula, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, e mensagens telefônicas de alguns executivos da empreiteira, incluindo o próprio Léo Pinheiro.

Entre os documentos da empreiteira que serão analisados por Moro, há indicações a “obras civis apto 164 – cobertura”, vinculadas aos custos do Solaris, e “reforma Atibaia”, relacionada a uma tabela que trata do condomínio residencial Absoluto Mooca, construído pela empreiteira no bairro da Mooca, Zona Leste de São Paulo.

Conforme as investigações da Operação Lava Jato, além da obra no tríplex, a OAS teria participado de um “consórcio informal” ao lado da Odebrecht para reformar o sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), que o ex-presidente costumava frequentar e cujos donos são sócios de Fábio Luis Lula da Silva, primogênito do petista. Em seu depoimento a Moro, Pinheiro confirmou que as obras na propriedade rural foram feitas a pedido de Lula.

Entre os documentos disponibilizados pela defesa de Léo Pinheiro a Moro, não há valores relacionados às obras no tríplex ou no sítio.

Na agenda entregue por Léo Pinheiro à Justiça Federal ainda há cinco citações a encontros com o ex-presidente Lula ao longo de 2014, a maioria delas na sede do Instituto Lula, onde Pinheiro também se reuniu 19 vezes com Paulo Okamotto. Há registros de seis encontros entre o empreiteiro e o ex-tesoureiro petista João Vaccari.

No processo em que Léo Pinheiro busca provar os favores da OAS a Lula, o petista é réu pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente ter sido beneficiado com propinas de 3,7 milhões de reais da OAS no caso do tríplex do Guarujá (SP) e 1,3 milhão de reais no armazenamento de seu acervo presidencial.

Na denúncia contra Lula e outras sete pessoas, os investigadores sustentam que o dinheiro foi desviado de três contratos da empreiteira com a Petrobras, na construção de duas refinarias Abreu e Lima (Rnest), em Pernambuco, e Getúlio Vargas (Repar), no Paraná. De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, as supostas vantagens indevidas ao ex-presidente são “oriundas do caixa-geral de propinas da OAS com o PT”.

Foi o ex-presidente quem convenceu a OAS a assumir, em 2009, as obras deixadas para trás pela Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo (Bancoop) no Condomínio Solaris, no Guarujá, onde a ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva havia comprado uma cota-parte de um apartamento-padrão, o de número 141.

Segundo o MPF, a OAS não só tirou o projeto do prédio do papel, como aproveitou a oportunidade para afagar o petista. A denúncia afirma que a empreiteira reservou a ele o tríplex 164-A, na cobertura do edifício, e cuidou para que o imóvel ficasse ao gosto da família. A OAS investiu quase 800.000 reais apenas em uma reforma, que deixou o apartamento com um elevador privativo e equipamentos de lazer de alto padrão.

Em relação armazenamento do acervo acumulado por Lula durante seus dois mandatos no Palácio do Planalto, a força-tarefa da Lava Jato afirma que foi a OAS quem pagou o aluguel de contêineres da empresa Granero, entre 2011 e 2015. O valor, de 1,3 milhão de reais, também teria sido abatido da “conta de propinas do PT” junto à empreiteira.

veja

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Audiência em Curitiba durou quase cinco horas

O primeiro depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu da Lava Jato, realizado nesta quarta-feira (10) em Curitiba, durou quase cinco horas. Além do juiz federal Sérgio Moro, estavam presentes procuradores do Ministério Público Federal e os advogados do petista.

Veja alguns momentos do depoimento do ex-presidente. Mais abaixo, confira a íntegra do interrogatório.

Lula sugere que os denunciantes se candidatem para saber como se governa:

Lula fala sobre indicações para Petrobras:

Ex-presidente se recusa a falar sobre sítio em Atibaia:

Petista diz que esteve no tríplex no Guarujá:

Confira a íntegra do depoimento:

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3:

Parte 4:

Parte 5:

Parte 6:

Parte 7:

Parte 8:

Parte 9:

Parte 10:

Fonte: Band

Medida foi tomada no processo em que Lula é réu por tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato

O juiz Ricardo Soares Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília, determinou nesta terça-feira a suspensão das atividades do Instituto Lula na ação penal em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é acusado de tentar atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato.

O juiz tomou a medida cautelar porque entendeu que a entidade foi usada para a “perpetração de vários ilícitos criminais”. “Verifico pelo teor de seu depoimento que o Instituto Lula, mesmo que desenvolva projetos de intuito social, possa ter sido instrumento ou pelo menos local de encontro para a perpetração de vários ilícitos criminais”, escreveu o magistrado em decisão proferida na última sexta-feira, mas só publicada hoje.

Na decisão, Leite usou declarações do próprio petista feitas durante interrogatório do dia 14 de março — o primeiro na condição de réu no âmbito da Lava Jato. No depoimento, Lula afirmou que não existia burocracia na instituição e que tratava de diversos temas ali que não tinham relação com o trabalho da entidade. Num dado momento, até contou que o apelido da entidade era “Posto Ipiranga”. “Não era por causa do Instituto, era do personagem. Tem problema em tal lugar? Vai no posto Ipiranga”, explicou ele, em tom bem humorado.

“Como o próprio acusado mencionou que no local se discutia vários assuntos, e há vários depoimentos que imputam pelo menos a instigação de desvios de comportamentos que violam a lei penal, a prudência e a cautela recomendam a paralisação de suas atividades. Há indícios abundantes de que se tratava de local com grande influência no cenário político do país, e que possíveis tratativas ali entabuladas fizeram eclodir várias linhas investigativas”, afirmou o juiz.

No mesmo processo, também são réus o ex-senador Delcídio do Amaral; o pecuarista José Carlos Bumlai e o seu filho Maurício; o banqueiro do BTG Pactual André Esteves; o advogado Edson de Siqueira Ribeiro Filho; e o ex-assessor de Delcídio Diogo Rodrigues. Os réus são suspeitos de montar um esquema para comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, numa tentativa de convencê-lo a desistir de firmar um acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal — no fim, a colaboração acabou sendo feita e já foi homologada pela Justiça.

Fonte: Veja

Cada brasileiro gera cerca de 1,4 quilo de lixo por dia. Já imaginou o que seria da sua casa, da sua rua, do seu bairro ou ainda da sua cidade se todos esses resíduos não fossem recolhidos e destinados?

O trabalho dos garis é superimportante para a sociedade – assim como o dos catadores de recicláveis, vale lembrar! -, mas ainda muito pouco valorizado. Você, por exemplo, conhece o trabalhador que passa todos os dias pela sua porta para recolher seu lixo?

A fim de reconhecer essas pessoas e agradecê-las por sua função, a Loga – uma das empresas responsáveis pela coleta, tratamento e destinação dos resíduos gerados na cidade de São Paulo – preparou uma homenagem: a partir de agora parte da frota da companhia circulará pelas ruas da capital com grafites que revelam o rosto e o nome de seus garis. Assim toda a população passa a conhecer esses verdadeiros heróis da cidade.

Por enquanto, 220 funcionários da empresa foram grafitados em diferentes caminhões – que circulam pelas zonas central, norte e oeste da capital. O montante representa 14% do quadro de funcionários da Loga, que em longo prazo pretende homenagear a todos os seus garis, grafitando 100% de sua frota de caminhões.

 

UOL

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